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Mais interessante ainda se torna o estudo da mediunidade quando as faculdades se evidenciam nos primeiros anos de nossas vidas.


A elucidação de tão interessante tema começaria a se esboçar na segunda obra da Codificação, publicada pela primeira vez em 1861, o Livro dos Médiuns, capítulo XVIII, item 221, 6ª questão, quando Kardec indagava se haveria algum inconveniente em se desenvolver a mediunidade nas crianças; ao que obteve a seguinte resposta:

“Certamente e sustento mesmo que é muito perigoso, pois que esses organismos débeis e delicados sofreriam por essa forma grandes abalos, e as respectivas imaginações excessiva sobreexcitação. Assim, os pais prudentes devem afastá-las dessas idéias, ou, quando nada, não lhes falar do assunto, senão do ponto de vista das conseqüências morais.”

Na questão seguinte, o Codificador alegava, no que pesasse a opinião acima, que havia crianças naturalmente médiuns, em suas diversas modalidades, questionando se residiria, nesse caso, o mesmo inconveniente; ao que responderia o mentor:

“Não; quando numa criança a faculdade se mostra espontânea, é que está na sua natureza e que a sua constituição se presta a isso. O mesmo não acontece quando é provocada e sobreexcitada. Nota que a criança, que tem visões, geralmente não se impressiona com estas que lhe parecem coisa naturalíssima, a que dá muito pouca atenção e quase sempre esquece. Mais tarde, o fato lhe volta à memória e ela o explica facilmente, se conhece o Espiritismo.”

Assim se deu, a propósito, com a inesquecível médium Yvonne Amaral Pereira, que, em sua obra Recordações da Mediunidade, pg. 27, nos afirmava que já aos quatro anos de idade comunicava-se com Espíritos desencarnados, através da visão e da audição, supondo estar dialogando com encarnados, por lhe parecerem absolutamente concretos, a ponto de tomá-los muito frequentemente por seus familiares, motivo pelo qual jamais se surpreendera com suas presenças.

Conclui-se, com clareza, das informações acima, que não se deve forçar o desenvolvimento das faculdades mediúnicas nas crianças, quando essas não se apresentem totalmente espontâneas, devendo-se abster-se de, em todos os casos, excitá-las.

Bibliografia:

KARDEC, Allan. Livro dos Médiuns, 50ª edição, Rio de Janeiro (RJ): Federação Espírita Brasileira-Departamento Editorial, 1984. 477 pp., Cap. XVIII, pp. 255/258.

PEREIRA, Yvonne Amaral. Recordações da Mediunidade, 5ª edição, Rio de Janeiro (RJ): Federação Espírita Brasileira-Departamento Editorial, 1987. 212 pp., p. 27.


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